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Um Compromisso Duradouro e Determinado

Secretário da Defesa, Donald Rumsfeld
"Esta guerra não será travada por uma grande aliança unida com o único propósito de derrotar um eixo de poderes hostis. Ao contrário, ela vai envolver coalizões variáveis de países, que poderão mudar e evoluir. Os países terão papéis diferentes e irão contribuir de várias maneiras. Alguns irão oferecer apoio diplomático, outros oferecerão apoio financeiro, ou logístico e militar. Alguns irão nos ajudar publicamente, enquanto outros, por causa das circunstâncias, irão nos ajudar de modo privado e secreto. Nesta guerra, a missão definirá a coalizão — não o contrário"."

Coalition Leaders Em sentido horário a partir do alto: Donald Rumsfeld, secretário da Defesa dos EUA (esquerda) e Lord Robertson, secretário-geral da Otan, conversam com a imprensa depois de um encontro no Pentágono;

as bandeiras dos 19 países membros da Otan tremulam a meio mastro;

o presidente Bush (direita) cumprimenta o rei Abdullah II da Jordânia na Casa Branca;

o presidente Bush e o presidente da China Jiang Zemin encontram-se em Xangai;

o primeiro-ministro britânico Tony Blair (esquerda) e o presidente Bush encontram-se com a imprensa na Casa Branca;

Abdulaziz Kamilov, ministro das Relações Exteriores do Uzbequistão, no Pentágono, para uma reunião com representantes dos EUA.

"A reação global aos ataques deverá nos dar coragem e esperança de sucesso nesta luta. A visão das pessoas reunidas em cidades por todas as partes do mundo e de todas as religiões para lamentar e expressar sua solidariedade para com o povo dos Estados Unidos prova de maneira mais eloqüente do que quaisquer palavras que o terrorismo não é um problema que divide a humanidade, mas que nos une. Estamos atravessando uma luta moral para combater um mal que é um anátema a todos os credos. Todos os governos e todas as pessoas têm um papel a representar. Este foi um ataque contra a humanidade e a humanidade deve responder como um só grupo".
Kofi Annan, secretário-geral das Nações Unidas, 1 de outubro de 2001

"Os embaixadores da Otan expressaram seu total apoio às ações adotadas pelos Estados Unidos e Reino Unido, após os terríveis ataques cometidos contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001....A campanha para eliminar o terrorismo atingiu um novo estágio. Ela prosseguirá em várias frentes com determinação e paciência. A Aliança está pronta para desempenhar seu papel".
Lord Robertson, secretário-geral da Otan, 8 de outubro de 2001

"Duas semanas depois dos ataques aos Estados Unidos, ficou claro para mim que a coalizão de apoio a ações firmes contra os responsáveis por tal ato está se fortalecendo e não está enfraquecendo... Conforme a coalizão cresce e nossos preparativos continuam, os terroristas dentro do Afeganistão e o regime Talibã que os abriga não deverão ter dúvidas da unidade construída contra eles e de nossa determinação em fazer o que for necessário para capturar os responsáveis". Primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, 25 de setembro de 2001

"A China e os Estados Unidos são dois países com grande influência no mundo. Sendo assim, compartilhamos a mesma responsabilidade e os mesmos interesses na manutenção da paz e da segurança na região do Pacífico Asiático e no mundo como um todo, promovendo crescimento econômico regional e global e prosperidade, trabalhando junto com o resto da comunidade internacional para combater o terrorismo".
Presidente da China, Jiang Zemin, 19 de outubro de 2001

"Decidimos trabalhar ao lado da coalizão na luta contra o terrorismo e as demais operações no Afeganistão dentro dos parâmetros - dentro dos três parâmetros que foram enunciados - ou seja, a cooperação dos serviços de inteligência, utilização do espaço aéreo e suporte logístico. E continuaremos cooperando nestes setores enquanto a operação durar".
Presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, 16 de outubro de 2001

"Continuamos mantendo a opinião de que o ataque de 11 de setembro foi um ataque contra a liberdade, a civilização e a democracia e a Índia está contra o terrorismo - mesmo antes de 11 de setembro - nossa posição tem sido inequívoca e estamos lado a lado com a comunidade internacional e os Estados Unidos da América em nossa batalha contra esta ameaça global".
Jaswant Singh, ministro das Relações Exteriores da Índia, 17 de outubro de 2001

"Deve-se dizer que nos últimos três anos, o Uzbequistão vem testemunhando a face desumana do terror, portanto, não podemos ficar de lado e estamos fazendo parte desta operação antiterrorismo que reúne a comunidade internacional".
Presidente do Uzbequistão, Islam Karimov, 5 de outubro de 2001

"Minha mensagem é uma mensagem que reforça nossas condolências e reafirma nossa solidariedade - a solidariedade do povo egípcio, de seu presidente e governo para com os Estados Unidos - e nossa determinação em trabalhar junto na luta contra o terrorismo".
Ahmed Maher, ministro das Relações Exteriores do Egito, 26 de setembro de 2001



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